1 de abril de 2012

A VOZ! - The Beginning.

CONTOS, CAUSOS E ENCONTROS
A LEITURA SEMANAL


THE BEGINNING!

Olá pessoinhas lindas!
Esse aqui é mais um espaço que temos pra conversar sobre ser crente, o que enfrentamos no dia-a-dia e também para ler a palavra de Deus, histórias, contos, coisas divertidas ou sérias e etc. Bom, meu nome é Isadora Fonseca (e uma galera se pergunta "quem é Isadora Fonseca?"), tenho 21 anos (já sou tiaaaaa), faço faculdade de Letras-Língua e Literatura Portuguesa (sim, eu realmente gosto disso) e estou na igreja a onze anos (=O). Um outro dia eu postarei aqui o meu testemunho de conversão.
Mas, queria mesmo era comentar sobre algo que ocorreu comigo essa semana. Eu estava numa aula e de repente a professora fala: "A maneira que você se vê não é a maneira que o você é visto!". Um pouco óbvio isso né, mas eu achei interessante e anotei no meu caderno.
Um dia depois eu lembrei de uma situação que aconteceu comigo: eu já estava bem atrasada para ir para faculdade e o meu ônibus passou lá longe, como quem não vai parar para as pessoas desesperadas lá. Um rapaz saiu correndo e gritando pra ele parar e ele parou só que bem lá na frente. 'Le' eu, atrasada né, pensei rápido "vou correr e pegar esse ônibus também"; só que bem aí, antes mesmo de eu andar, vem uma velinha bem na minha direção não importando se eu estava no caminho dela ou não e deu um encontrão em mim que até doeu; só deu tempo de eu segurar a senhorinha pra ela não cair de costas. A velinha falou com voz de avó assustada: "Minha filha!"; e eu com a dor disse "Minha senhora!" e corri atraz do ônibus que estava pra arrancar novamente. Quando eu sentei no ônibus, ainda sentindo dor (pasmem) é que eu percebi que eu nem fui gentil com a velinha (coitada!)! As pessoas da paradade ônibus ficaram olhando né: "Que menina mas mal educada!", mas nem foi culpa minha.
Diga você, o quê seria mais óbivio: a menina apressada atropela a velinha ou a velinha passiva dá um encontrão na menina apressada? Pois é, fiquei mal vista na parada de ônibus como a atropeladora de velinhas. Mas o que eu quero dizer com isso tudo aqui?! É que juntando o que a minha professora disse com essa experiência eu percebi que na vida cristã é assim mesmo. Eu era inocente mas só eu sabia que era e ainda por cima nem demonstrei que era! Como eu me via não era a mesma forma que as pessoas me viam.
Partindo disso eu lembrei do versículo de Mt 5: 37 "Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do malígno." e se Jesus diz isso da nossa palavra, quanto mais das nossas atitudes. Quantas vezes a Bíblia fala para sermos irrepreensíveis, imitadores de Cristo e sábios? Ou seja, a dúvida (talvez; pode ser; será?) não pode existir no nosso caráter, as pessoas precisam ver em nós o brilho de Cristo e a certeza de que o seguimos e buscamos um caráter dele. Eu, logo no início da minha conversão, já passei pelo constrangimento de dizer que sou crente e a pessoa não acreditar; não podemos permitir que isso aconteça, não podemos nos omitir como crentes nem deixar margem para as pessoas terem dúvidas do nosso caráter.
Que Deus nos torne cada vez mais segundo o caráter Dele.



Por: Isadora S. Fonseca

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